Monday, November 08, 2010

520

Today is 11/8/2010 and 6/6/2009 is exactly 520 days before today.

Around me, things changed alot.
Around here, things seem to not have changed.

I still hope, every now and then.

Lemos, Leite. Abraços.

Alturas

Sunday, November 15, 2009

Discos Pedidos

Recentemente (ver post de um não tão recente 30 de Junho de 2009, incitaram-me a falar sobre o meu "nagativismo". Bem... mais vale tarde que nunca.

Como eu não sou do tipo de falar de algo sem saber exactamente do que é que estou a falar, dediquei-me a descobrir o que é que era esse "nagativismo" que eu teria. O meu exaustivo estudo, permitiu-me chegar à seguinte conclusão:

"nagativismo" - acto de promover actividades naggantes

Ora... é tipo pertencer-se ao Green Piss, só que tipo mais chato e irritante. Isso é fácil!! Eu a modos que já faço isso, e também posso falar sobre o tema, já que é o que o público quer.

Nagativismo 101:

O naggativismo começou em 1332, quando os governantes da Manchúria decidiram que todos aqueles que importunassem, chateassem, incomodassem ou perturbassem "o Próximo", - vulgo naggar "o Próximo" - incorreriam em severas penalizações.

Assim, começou um movimento clandestino, o Naggativismo. Para primeira acção, começaram a promover acções de nagging no escuro, e preferencialmente nagging d' "O Anterior". Desta forma, conseguiam de uma só penada, fugir às severas leis anti-nagging instauradas, pois

- a escuridão, por ser tão escura, obscurecia de grande modo os actos subversivos deste movimento permitindo que os seus praticantes saíssem incólumes;

- obviamente, nagging d' "O Anterior", não é explicitamente proíbido. Excepto quando ele/a está muito próximo.

Por estes motivos, e também devido à grande escassez de lâmpadas de 1850 (lâmpadas essas que só viriam a ser inventadas em 1890 por T. Edison), o humor negro viu um grande crescimento, e foi rapidamente incorporado pelos nagativantes (não são os mesmos.. nesta altura já deveriam ter aí 500 anos, e não dá jeito chatear pessoas quando temos mais de 137 anos, como G. Huel descobriu da pior maneira).

Creio, que isto resolve as questões técnico-práticas do nagativismo no seu aspecto mais simples e elementar, e quanto às variações, outras formas e escolas de nagging, falaremos numa outra oportunidade.

Lemos

P.S.: Escrevi todo este texto sem barra de espaços

Wednesday, November 11, 2009

A Lenda

Consta que existiram três homens (?). A sua escrita era ordem. Desses três... Ainda não morreu nenhum, mas se o silêncio implicasse morte estariam mortos à algum tempo.

Enormes mundos criaram. Mundos cheios de treta. Treta até ao horizonte. Mas essa treta estava misturada com verdade distorcida que fazia dela uma treta verdadeira. Treta verdadeira, para quem não sabe, é o melhor tipo de treta. É palpável. Intuitiva. Afável.

Depois da treta vieram formas de vida. Não formas novas, mas moldes já existentes vindos de um mundo que eles não entendiam ou entendiam bem demais. (Vocabulário para leigos: o entender completamente e o não entender de modo algum são dois extremos que se tocam. Quem quer que chegue a um, está no outro. Mesmo que não se dê conta).

A essas formas de vida eles deram um rumo. Um propósito. Um significado para quem as quisesse ver. Muitas das vezes ninguém gostava do que via, mas hei, eles não criavam para agradar.

Em 2001 dedicamo-nos a brincar com o tamanho de objectos em relação a distâncias. Fizemos com que coisas, quando atiradas, ficassem maiores com a distância que percorriam. Cada um de nós mandou três aviões de papel. O meu estava um bocado mal feito e não tinha asas (parecia mais um míssil), por isso no voo saiu um bocado da trajectória dos outros dois.

Lembro-me uma vez quando pegámos numa coderniz e trocamos pelo Harry Whittington algures em Fevereiro de 2006. Bem foi uma risada. Se tivessem visto a cara del... *ahem*

Depois da vida criaram a vegetação. Nunca a consideraram vida porque... Bem... Foi feita só para ser vista. Acharam estranho quando alguns dos animais começaram a fumar e a comer a decoração do mundo, mas ignoraram e escusaram-se a comentários aos jornalistas. Nunca mais se soube de uns quantos bibelots.

Depois de criarem a malha, a vida e a decoração do mundo Eles descansaram. Foram beber uns daikiris.

E beberam... E beberam... E... Dá para perceber a ideia.

Leite

Tuesday, June 30, 2009

Fail?

Não tenho conseguido escrever aqui frequentemente. Não serve de desculpa, mas devia andar a estudar. Não serve de desculpa, mas ando cansado e desinspirado.

Não é por nada, mas há muitas negativas neste pequeno texto...

Lemos

Tuesday, June 16, 2009

A Santíssima Trindade

Foi com enorme salto temporal que se começou a escrever aqui coisas. Não coisas que interessem a alguém, mas coisas ainda assim. Feitas as reintroduções estamos aqui para retaliar. Contra quem e contra o quê não vos podemos dizer porque faria com que esse alvo erguesse defesas dificultando-nos assim a tarefa.

Por um lado melancolia, por outro nostalgia e principalmente boa vontade de partir tudo fez que com que tentássemos aplicar primeiros socorros neste domínio sem censura virtual (tirando, provavelmente, a China e a Coreia do Norte; não sei o que pensar do Irão). Com primeiros socorros aplicados de todos os pontos deste círculo triangular que é o Aglomerado podemos passar a coisas do interesse público geral.

Porque voltamos? Não tínhamos morrido? Não estávamos em coma vegetativo? Coma normal?
Não!
Foi um coma induzido voluntariamente por nós, para nós. Porquê? Porque a vida não perdoa. E se fosse somente uma intervenção da Natureza através de uma das suas benevolentes acções (sismos, terramotos, tsunamis, quiçá vulcões) não haveria, provavelmente muito (muinto?) a reclamar.

Escrevo (teclo?) porque gosto de matar as Saudades. Bem... Não matar imediatamente. Espancar, violar, arrastar pela lama e deixá-la a morrer lentamente numa pilha de cacos de vidro enquanto bebemos uma caipirinha numa cadeira de praia. Já me tinha esquecido do prazer que me dá escrever para quem goste de ler e recerber críticas ou pedidos para tirar o ultimo post.

Dá-me também um certo prazer escoar a jorda que acumula atrás e entre orelhas para um teclado onde a pressão aplicada provoca alterações num ecrã de plasma.

Não posso escrever nunca o lixo acumulado todo de uma vez. Há que deixar uma réstia para, tal qual cereja, puxar mais. Dá-me também um certo je ne sais quois pensar (sonhar?) que vos enojo com estas metáforas estupidas. Como devem calcular torna-se um pouco difícil criar metáforas de facto intrigantes e que reflictam um pouco mais do que inteligência. Enojar, por vezes, também não é fácil. Se não estão conscientes de que muito mais que meio mundo criou uma casca mental parao que os acontecimentos exteriores não os destruão por dentro, deviam ter essa consciência. Não vos fará sentir bem, mas não sentir bem é o propósito de viver.

Ninguém vos troxe ao mundo na esperança de serem felizes excepto os pais. E esses foram enganados a pensar que vocês iam se felizes. A não ser que sejam acidentes. Eu não tenho a felicidade de ser um.

Depois disto tudo há que referir qu a Santíssima trindade somos nós os três. Ainda fica por decidir quem é o Pai, o Filho e o Espirito Santo. Talvez outra votação?

Leite

Wednesday, June 10, 2009

Seno & Coseno

Sou uma pessoa de palavra, e portanto, cá estou eu de novo.

De facto, era para estar aqui mais cedo, mas de facto... de facto não tinha absolutamente nada sobre que escrever. Não me quis fazer isso. Não vos quis fazer isso.

Isto, se ainda houver um "vos" desse lado a ler isto. O que é mais ou menos irrelevante.

O evento que mudou o facto de eu não ter absolutamente nada para escrever, foi uma pequena coisa a que as pessoas que eu conheço gostam de chamar "Aula Prática da Cadeira de Análise Complexa e Equações Diferenciais". Um bicho horrível, mas inspirador para estes propósitos.

Comecemos pelo professor. Boa pessoa no geral, bom professor em particular. Sabe daquilo que fala, e tem a particularidade de tropeçar em coisas. Tropeça. Há quem coma pastilha elástica compulsivamente, o senhor que me dá aulas, tropeça.
95% das aulas práticas a que fui, foram dadas na mesma sala. Sala essa, que tinha sempre no mesmo sítio, ao lado do quadro, uma tela, com um suporte e um tripé e barbatanas e guizo. Invariavelmente, essa tela, estava no mesmo sítio. O quadro também. Invariavelmente, o professor tropeçava nessa tela 3 a quatro vezes por aula.

(gostaram do "3 a quatro" ?? Rebelde ? Anti-conformista ??)

No entanto, não é sobre isto que escrevo. Escrevo sobre a maneira de escrever "coseno". Lê-se "cosseno". Porque é que não se escreve assim também ? Ou porque é que não se diz "cozeno" ?.

Pior!!

Porque é que o cozeno, não tem um nome fixe ?? Ninguém chama ao Robin o "Cobatman". Não haveria sucesso para uma série/filme chamada "Starsky e Costarky". E sinceramente, seria confuso para as criancinhas verem "Power Ranger Vermelho e os seus quatro CoPower-Rangers Multicoloridos". Confuso.

E depois piora. Cosenos hiperbólicos complexos. Isso é o mesmo que por o Robin a fazer psicoterapia com o Joker enquanto o Two-Face tá a brincar com a moeda:

"So Robin... Why so Seri-- WOULD YOU STOP FUCKING AROUND WITH THAT FUCKING COIN, YOU FUCKING HALF BURNT BASTARD!!!"

Imaginem... O Robin a pagar (toda gente sabe que é o Bruce que paga as contas, mas alinhem comigo) e nem sequer consegue a atenção do seu terapeuta. Deve ser frustrante.

E depois... A tangente. A tangente é tipo o Super-Homem das funções trigonométricas. Está lá ela, não tem um happy side-kick, só um inversozito...Quando precisa de ajuda, recorre ao resto das funções trigonométricas, e o Super-Homem tem a Lois... Sinceramente, não sei exactamente o que é pior.

Apercebi-me no paragrafo anterior que Batman é o Super-herói não traduzido. Nunca vi ninguém dizer :
"Aquela cena entre o Bufão e o Homem-Morcego... Ui, que intenso. Acho mal que o Duas-Caras tenha aparecido no último filme, e que não tenha havido de todo nenhuma participação do Tordo."

Sinceramente, deu-me um arrepio na espinha. Outro... Desta vez no corpo todo.

Vale a pena pensar nisto

Lemos

Saturday, June 06, 2009

822

Há 822 dias que não assino um post neste blog. 822 dias. Salvo ir reprogramando a aparência do site, para ter a certeza que está sempre bem, e no seu melhor, como inicialmente tínhamos previsto, e as minhas visitas quase diárias em busca de updates, tenho sido um colaborador silencioso. Muitas vezes, mais do que posso contar, escrevi comentários a posts que não eram meus. Todas essas vezes, os apaguei antes de dizer “comentar”.

822 dias. Tive que os contar num calendário, mas são muitos. Muita coisa muda em 822 dias.

Foda-se.

A minha vida ficou virada de pernas para o ar nos últimos 32 dias. Aconteceu tudo, aconteceu nada, e ainda mais alguma coisa. Contados, ninguém acreditaria, e sinceramente, também não é para os contar que escrevo agora. Escrevo, porque as coisas mudam, quer queiramos, quer não, 822 dias mudam muita coisa.

Já não tenho 20 anos. Os USA já não são governados por um atrasado mental. Já tive o meu 1º carro. Vendi o meu 1º carro. Tenho 22 anos. E principalmente as pessoas que me rodeiam, não são as mesmas. Por vários motivos, algumas dessas pessoas já não fazem parte da minha vida quotidiana.

Fazem no entanto, parte de mim. Fazem parte da minha vida, e do meu caminho até aqui. Fazem parte da minha história. Fazem parte das histórias que conto. E, cada vez que as conto, custa-me aperceber que tenho de dizer “é um amigo meu, já não o conheceste”. Apercebo-me também do tempo verbal utilizado, “é”.

O Aglomerado, e as pessoas que o influenciaram.

No princípio, éramos apenas 3 amigos. Em comum? O curso, que fez com que nos conhecêssemos, e o facto de sermos 3 pessoas, inteligentes, com sentidos de humor semelhantes, e com as quais é impossível discutir e esperar ganhar. Em separado, ou em conjunto. Pessoas com opiniões, pessoas que as defendem, que gostam de as transmitir, e que o fazem de maneiras pouco ortodoxas. É uma boa razão para uma união. Além disso, acho que se pode dizer que havia uma certa tendência para que tal acontecesse. Como as bolhas de azeite num copo de água acabam por se juntar, nós acabámos por criar este espaço.

Hoje, devido a uma enormidade de factores (ou talvez apenas 1 ou 2), já não se escreve aqui com tanta regularidade.

Colidimos, um pouco ao estilo de “Unstoppable Force meets Immovable Object”. Resultado, danifica-se uma amizade, do tipo mais forte que há, e ao mesmo tempo, hipoteca-se o futuro deste blog como pérola literária.

Dizes que o Aglomerado não se adaptou à mudança, e que portanto seria lógico acabar com o Aglomerado. Não estou assim tão certo disso.
A lógica, é absolutamente irrelevante para o caso. Apesar de sermos pessoas que se regem pela lógica, e têm orgulho nos seus raciocínios lógicos e analíticos, todos sabemos como deixar a lógica para trás. Como viver.
Estou bastante curioso para saber como é o Aglomerado 822+ dias depois. Saber se é possível recuperar o Aglomerado e as pessoas que o compõem, ou não.
Re-aglomerar.
E finalmente, o Aglomerado foi criado por nós, para eles. Para vós. Para contagiar e atrofiar com todas as mentes acanhadas e espartilhadas que existem e contactam conosco.
Não sei se a missão foi bem sucedida, e quase de certeza, que não foi acabada. Não enquanto houver público para nós. Não enquanto o público nos quiser por cá.

Portanto, creio que vou recomeçar a escrever aqui. Não vou dizer que planeio escrever todos os dias, mas talvez de 2 em 2 dias (talvez mais… a vida académica é complicada, mas prometo que vou tentar). Vou aguardar pela reacção do público em geral, e dos autores em particular.

E depois… fica em aberto.

Até já, 822 dias depois.

Lemos

Thursday, June 04, 2009

Aglomerado.

Ora, quem vem a ler este blog depara-se com o que parece ser um conjunto de malta a escrever textos com alguma piada, esperamos nós. Também se deve dar conta de que ninguém escreve mais. Que o tempo entre cada post era gradualmente maior.

Este não é um post. Este não é um atrufio.

Soube há tempos que morreu um colega meu. Quem diz meu, diz nosso, uma vez que foi aluno no IST durante algum tempo.
Já há muito que não sabia dele, mas mantinha uma imagem mental e uma ideia de quem era para mim e como lidar com ele. Acho que fazemos isso com toda a gente. Posso ser só eu. Mas enfim, sabia quem era para mim. O que me pergunto hoje é se ele também o sabia. Que nunca me pareceu frágil, que não chamava atenção para ele mas sabia fazer-se sentir num grupo. Que tinha a minha admiração, de certa forma. Era um amigo meu.

Entretanto ocorreu-me que há muita gente que mal me reconhece agora. Ou, reconhecendo, não sabe quem sou.

Ora, há pessoas que gostava que soubessem o que penso. Que gostava não ter a sensação de que não disse ou não pude dar a entender como as vejo. Restringindo ao IST, lembro-me de algumas pessoas. Com quem não falo, não tenho tempo, não contacto. Mas encontrando-as, vou buscar sentimentos e ideias que são particulares a elas. E essas pessoas podiam saber.

Ocorre-me o Pedro. De quem nunca me lembro o último nome, mas o gajo é fácil identificar, portanto nunca foi um problema. Uma torre daquelas não desaparece na multidão.
Estranhamente, é das pessoas com quem menos me dei. Inspira confiança, fala pouco e atinadamente. Ganhou o meu respeito muito, muito depressa. E continuo sem falar com ele.
Também me dei conta que muito do que tenho pa escrever bate nos mesmos conceitos: confiança, respeito, amizade e coisas que tais. E de que não posso escrever sobre toda a gente - suponho que não ser especial nem desprezado seja inevitável.

O Jorge, de igual modo, devia saber literalmente o que acho dele. Merece. Apareceu no IST com a atitude de um puto rebelde, um palhaço. Nem vi potencial nele, quando o conheci tinha uma missão, um objectivo. Quebrá-lo. Tinha de ser o Padrinho difícil, lixá-lo e ver que limites é que ele tinha. E durante algum tempo foi apenas isso que via nele. E depois ele começou lentamente a mudar. Um palhaço, sempre, mas que agora fazia rir e não chorar. E com isso, ganhou primeiro uma tolerância, e depois, confiança. É um amigo, sem dúvida. Parvo, mas um amigo. Viva a Lourinhã -.-

Tenho também pessoas com o prisma oposto. O Lemos, por exemplo. Sem quem, no início, dificilmente teria sobrevivido ao impacto do IST. O Lemos foi o melhor amigo que precisava, uma companhia que te ajuda a tirar o melhor de ti. Não em relação aos estudos, mas isso é dificilmente o que estava em causa. Com o Lemos criei uma imagem, um círculo de amigos coeso, uma área de conforto. Depois chocámos por causa de algo. Durante muito tempo, demasiado tempo, pensei que se resolvesse por si só. E quando decidi agir já ia tarde. Nunca mais recuperámos a relação próxima que tínhamos, e neste momento reconhecemos a existência um do outro. Eu mantenho o respeito que tenho por ele, dou-lhe todo o crédito e mais algum, chega a raspar a admiração por quem é. Mas o que perdemos nem sei o que era. Mas sei que é raro, uma vez que está dificil encontrar amigos daquele nível.

O Ticas ! Este tenho uma admiração pela paxorra que ele mostra com tudo e todos. Eu explodia.
Aliado à personalidade paciente tem um jeito de analisar e avaliar situações que o ajudam imenso. Quando está errado torna-se simplesmente irritante, mas as situações em que acerta fazem dele uma ajuda impressionante. O Ticas ajudou a perceber Química, amigos, até a mim próprio. Mas ele sabe. E isso torna-o, novamente, irritante. Mas merece a minha paciência nesses momentos, um equilíbrio que vou manter enquanto puder e me for humanamente possível. E ele sabe.

As minhas duas Afilhadas...Ambas espetaculares, diga-se. Uma mais estouvada que a outra, também. A Susana com uma segurança de si que sempre me pareceu uma montanha, imóvel. Uma personalidade só dela. Que é uma beca redundante. Mas uma personalidade mesmo única. Lá está, que também pouco conheci. Mas o que sei chega para impressionar-me. A outra é doida. Isso ou tem de crescer. Segundo me chega aos ouvidos, já cresceu. Portanto a imagem que tenho dela, como de toda a gente infelizmente, está desactualizada. Mas é válida para mim, ainda. A Carolina é óptima companhia, mas tou pa ver quem a controla.

Uma pessoa, por exemplo, nem conheço. A Santa, como lhe chamo, porque ouvi chamarem-lhe tal, é uma estudante do IST - esteve no programa do Mentorado ...
É agora aluna de Doutoramento, salvo erro. Sim, Enq. Química. E embora não a conheça, a imagem que dela tenho é de alguém inteligente. Simpática também, e sempre que com ela me crusei tentei cumprimentá-la. E não a conheço. Mas a primeira imagem, o primeiro impacto, pode moldar muito a nossa percepção das pessoas. Curiosamente, a imagem que tenho dela é tão positiva que nem me interessa ir confirmar ou desmentir.

O Leite. O Leite obrigou-me a por em perspectiva a minha imagem de mim próprio. Sempre me achei doido. Vá, singular. Quando encontrei o Lemos, era perfeito - havia mais como eu. E depois o Leite trouxe a escala. Este gajo era mais louco, mais correcto, mais demente e mesmo assim, um amigo excepcional. Ultimamente nota-se a falta de comunicação - estamos a mudar a ritmos diferentes e em sentidos diferentes. Mas é assim a vida, e não faz dele menos por isso.

Podia evitar falar da amiga do top amarelo, mas suponho que seja algo inevitável. Aliás, de todas as pessoas até aqui, sem dúvida ela teve o maior impacto. A Joana Abelho foi e é ainda uma das pessoas pelas quais me dou por sortudo em ter ido ir para o IST. Mesmo que ir para o IST tenha sido dos maiores erros da minha vida - e que estou agora a tentar corrigir. Erro comparável apenas ao não perceber o quão importante ela era - que dificilmente vou conseguir corrigir. Recentemente pediu-me para não lhe falar. Suponho que esteja no direito dela, dada a história que temos. Again, por culpa minha. Mas hey, é suposto aprendermos com os erros e tal e coiso. Aprendo, mas não me faz sentir muito melhor por isso. Tanto quanto sei, está feliz e o curso corre tão bem como se pode esperar que corra, dado ser o IST. Pouco mais podia pedir. Tem todo o respeito que posso atribuir, além de um enorme sentido de dívida. Devo-lhe muito mais do que conseguiria dar. Suponho que ela saiba.

Também me enganei em relação a certas pessoas. A Isabel Paixão é um exemplo, pois quando descobri que estava enganado já era um pouco tarde. Não me entendam mal, não lhe guardo rancores ou falsos amores, apenas preferia ter compreendido melhor quem ela era quando a conheci. Sendo uma pessoa bastante mais complicada do que me pareceu, podia ter ajudado, talvez. Entra no ramo dos "e se", e portanto não vale a pena perseguir. Mas já me falhou a confiança que lhe entreguei. E por isso talvez tivesse sido melhor agir de outro modo. Uma amiga a quem guardo algumas reservas, vá.

Dei-me conta agora do egoísta que é, partilhar este tipo de conceitos. Mas que se lixe. A imagem que todas as pessoas que me conhecem têm de mim dificilmente mudará. Escrevo também com a intenção de despedida. O Aglomerado marcou, para mim, o auge de uma era passada. Mudaram amigos, espaços, atitudes, contactos, vidas. Mudei eu e mudou o mundo à minha volta. O Aglomerado foi criado por três grandes amigos. Neste momento, suponho que continuamos amigos. Mais pequenos, infelizmente. Não faz muito sentido escrever como se tudo continuasse igual.

O Aglomerado não se adaptou às mudanças.

Assim, suponho que o sentido lógico seja parar de escrever.

Alturas.

Thursday, May 21, 2009

Fatalidades do Destino

Ora, muito se esperou, e pelo andar da carruagem íamos todos andar de arrastadeira enquanto se esperava pelo próximo post.
E digo arrastadeira porque essa é que é 100%, não me venham cá que a algália era mais simples e eficaz e o raio.

Ora, há dias dei por mim a debater sobre Português, que é uma linguagem traiçoeira como aqueles buracos na estrada que ficam memo numa curva sem visibilidade depois de uma recta daquelas que apetece memo por a pata a fundo e chegar lá à velocidade que o carro consegue para depois termos de nos desviar do dito buraco e falhar a curva e mudar de faixa à bruta e espetarmo-nos contra o poste que não saiu da frente ou o carro que ia calmamente com uma família inteira e mais o futuro puto ou o improvável burro de carga, visto que é um animal em vias de extinção.

Mais uma demonstração de como é traiçoeira esta nossa língua, começamos a dar um exemplo e pronto. Dá nisto. Mas afinal (e a dúvida inicial era esta) porquê "Fatal", "Letal" e "Mortal", tudo na mesma ordem de ideias ?

Não que interesse muito, mas é já um legado constante aqui do Aglomerado, fazer-vos pensar.

E mais digo do destino, esse que parece andar a gozar com a cara de toda a gente, um de cada vez. Se ainda não esteve a gozar com a vossa, esperem mais um pouco. Há-de haver gente que se lembra de um post de primeiro de Abril em que disse que não ia mais ao IST. Ora pronto.

Entretanto o "não há duas sem três" também decidiu juntar-se a festa, vou deixar essa para uma próxima ocasião.

A Fada dos Dentes disse "olá" e ia parar de escrever, o Songoku perdeu - teve de ir tratar do filme e não compareceu ao combate. Razões suficientes para deixar isto no impasse que se viu.
Ora, ao serviço da Humanidade e sem mais de momento,

Alturas

Monday, September 01, 2008

Update

Fada dos Dentes está a pensar no post.
Lemos espera que ela se despache para ser a vez dele.
Eu e o Son Goku andamos à porrada pa decidir quem vai escrever primeiro.

Alturas.

Wednesday, August 20, 2008

Unreachable

Prosseguem, ainda, as buscas pela Fada-dos-Dentes.

Alturas.

Tuesday, June 24, 2008

Clube dos escritores mortos (ou quase)

Não estamos, mas podíamos. Muita gente queria que assim fosse (eu bem tento, mas os camiões conseguem sempre capotar à última da hora). Mas não estamos. Pelo menos eu sei que não estou. Ou então há algumas pessoas a terem experiências muito más. Quanto aos outros dois, um está na praia atm (ou ainda não saiu da cama). O outro deve estar num certo café de pedra dura a tentar fazer com que transeuntes comprem pins por €15...


Claro que também pode ter acontecido alguma coisa e um ter sido vítima de um arrastão e o outro de um soterramento. Mas a vida continua (para eles não, claro). E o imbecil que por cá se deixou ficar cria estratagemas para se juntar a eles e mesmo assim deixar o dinheiro do seguro com familiares ou amigos (só para lixar a seguradora da qual eu não tenho seguro, mas ainda assim espero que alguém lá vá pedir uma indemnização). Também não tenho testamento, o que lixa um bocado o vosso planeamento da minha morte. Mas não deixem que isto vos impeça de continuar a planeá-la. A não ser que seja um plano que envolva dor da minha parte. Se for esse o caso, estejam quietos.


Estamos naquela que é a melhor época para um estudante. Edit: para um psicólogo. Double Edit: para um farmacêutico. Triple Edit: para um dealer. Acho que já transmiti a ideia. Se és um imbecil, não saltes de parágrafo ainda. Óbvio que se não és um imbecil, deves saltar o resto do parágrafo. O que eu queria transmitir [o.m.q. passar (o.m.q.="o mesmo que")] era: a época corrente nada tem de bom para um estudante. Nem mesmo para aquele que procura sê-lo no fundo de um copo/caneca/barril. Cada vez que nos vamos deitar para dormir (e às vezes mesmo que não seja para dormir) pedimos sempre à pessoa mais próxima (nem que esteja na casa do lado) para verificar a parte debaixo de dito móvel de quatro pernas (a não ser que tenha mais pernas)para confirmar se realmente não está nenhum exame lá debaixo à espera que estejamos desprevenidos para se entregar sozinho e sem nome. O pânico constante de tropeçarmos num tronco de matéria ainda por rever. Onde nos refugiamos disto? Resposta A: num consultório de psiquiatria (dinheiro a entrar para dito consultório); resposta B: na pharmácia, em busca de "vitaminas" para aumentar a nossa performance no estudo (dinheiro a entrar para dita pharmácia); resposta C: no beco ao lado da nossa casa onde está o nosso vizinho e amigo nos momentos mais difíceis, o dealer local
[dinheiro a entrar para o dito dealer ("entrar" porque eles armazenam tudo no mesmo sítio)]. Em suma, esta não é a melhor época para um estudante. (Aqui um pequeno desabafo para quem não saltou para o próximo parágrafo: ninguém saltou para o próximo parágrafo)


O que não me consola nesta época (para além da constante obrigação de estudar)é o facto de 21 de Julho já ter passado e continua a estar frio. Não vale a pena deixar comentários relativos a este princípio de parágrafo. Nada que varie do "és louco". É verdade que assim não posso estar constantemente a reclamar coisas como "quem me dera estar na praia". Com esta porcaria de temperatura é o último sítio onde me apanham.


Aproveito o final deste post para anunciar a minha mudança de comportamento em relação ao aumento do efeito de estufa: pois que venha. O que é que a "Mãe" Natureza fez por nós sem ser sismos, maremotos (ou tsunamis, [/sarcasm]depende do local do globo [/end sarcasm]), fogos florestais (duvido que todos tenham sido causados por nós), vulcões, doenças e parasitas. Vou comprar um Hummer e salvar o mundo desse flagelo que é a "Mãe" Natureza.

Leite

Friday, January 04, 2008

Feliz 2008...

Como se fosse possível haver algo feliz.

Aumenta o preço de tudo, já não posso fumar em cafés, restaurantes, bares(!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!), etc..

Mas não fiquem tristes. O calhau conseguiu dar mais outra volta em torno da grande bola de fogo.


Perdão.


A grande bola de fogo deu mais uma volta em torno do calhau (peço desculpa Bento XVI e restantes membros da Inquisição/SS(não sei se estes dois organismos se fundiram, tendo em conta quem domi... perdão, dirig... perdão, orienta o Vaticano hoje em dia)).

Em três linhas já pedi mais desculpas que em 2007 inteiro. Bem, já cumpri a minha promessa de fim de ano. Lixem-se vocês que prometeram deixar de fumar, ou fazer mais sexo. E não, ir às put4s não conta. Lamento mas nem todos somos feitos de dinheiro. Se queriam ter mais sexo a fórmula é simples: não devia te-lo feito com a melhor amiga(o) da(o) vossa(o) parceiro(o) e em seguida(o) com(o)(?) o(a) vosso(a) parceiro(a) e chama-la(o) pelo(a) nome do(a) amigo(a).

M3rd4 para o politicamente correcto. Podíamos falar só num género salvo raras excepções, mas naaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaum. Vamos fazer uma língua em que tenhamos sempre que especificar o género do nome... Bem, pelo menos não falamos checo...

Fiquem felizes por saber que o meu Natal e a minha passagem de ano, aparentemente, não foram assim tão maus. Passo a explicar: dia 2, 3 e 4 de Janeiro, algures durante esses dias vieram seres humanos perfeitamente lúcidos (a meu ver, se bem que eu não sou a melhor criatura para avaliar esse critério)dizer-me variadas coisas, desde o "tinha saudades tuas" ao "pensei em ti nao passagem de ano". Ora, isto é sintoma de mau estar em estado bastante avançado. Quão mau pode ser o tempo que passam com família ou amigos para a vossa mente divagar até mim? Tenho medo da resposta, por isso guardem-na e torturem-se com ela. Se encontrarem alguma incoerência neste meu texto lembrem-se que eu me estou pouco lixando para a vossa opinião.

No entanto não estou completamente sem piedade para convosco. Em breve (máximo 1 ano) o Aglomerado será ainda mais interactivo (visto que vocês acham extremamente complicado escrever um mail a dar ideias)uma vez que se tentará (e "tentará" está escrito porque não sei se é possível fazer isto em Blogs)que existam três botõs, cada um com o nome dos contributores, que vocês poderão clicar de modo que, ao fim de períodos de tempo predeterminados por nós, possamos ver a preferência do público no que toca ao próximo de nós que irá criar um post.

Trocando por miúdos: vocês irão carregar em botôes com nome de um de nós (o menor dos males, aos olhos de cada um)para escrever e publicar o próximo post. Repito: isto foi uma ideia que foi discutida entre mim e o Lemos ( (se és o Alturas salta o parêntesis)visto que o outro animal anda desaparecido/morto há demasiado tempo). Esta medida não será tomada imediatamente porque nós os 3 estamos ocupados com o flagelo dos universitários.

Ah, o meu conselho para 2008 resume-se a três palavrinhas importantes (conhecida como a política dos 3 "éles"(a palavra anterior deve ser lida como o plurar da letra "L")): location, location, location.


Thursday, October 18, 2007

Oktoberfest

Ok, à terceira é de vez.

Tópicos:











Ainda nada. Ora, isto constitui um problema. Só podemos escrever com tópicos, e precisamos que aconteça algo interessante na vida, seja ela nossa ou de gente à nossa volta, para poder ter tópicos. Ora, as abelhas decidiram fazer colmeia, eu tou quase a fazer anos, o Leite tá a ficar Galão com a dose de café que lhe dei, mesmo assim está a preparar-se pa durmir e a algebra conheceu o Ticas e nunca mais quis outra coisa. Assim, nada de interessante.

Como é que chegámos a este ponto ? Como é que a vida nos pregou surpresas destas ?
É claro que as coisas que realmente importam não vão aparecer num website. Ficam para sempre gravadas nas mentes daqueles que participam, nos corações daqueles que protagonizam, e nas testas daqueles que apanham seca e levam com um sopapo pa se manterem em cena. Que é como quem diz m3rda, mas mais bonito. Admitam, vá.

E como agora sou a única pessoa a fazer algum tipo de sentido nesta casa, uma vez que o resto já dorme tudo, acho que só há uma coisa a fazer.

Barulho.
(O Alturas foi gritar PANG e já volta, dentro de instantes)

E pronto. Pegadas enlameadas e tristes, estas... Tenho de voltar ao meu ritmo normal.

Alturas

Thursday, October 11, 2007

To err is human

Most people hoped that this day would never come. Most people were given false hope. And with false hope comes inevitable demise, be it physical or not. Oh, but don't weep. Well, if you must... I can wait a bit before resume typing.

Thank you for joining us again. I shall resume the post.

The conclusion that pessimism is the best option one should have never looked so real. For instance, should you cross the road with a green light for cars, one should not hope (for as small of a second as it may be)not to be hit by a vehicle. Seriously. You'll swear much less up by the Pearly Gates near Saint Pete... Or down by the door that reads "All hope abandon ye who enter here". But in the latter case swearing doesn't matter as much... Actually, I think the sign is mispositioned. We should all have been born with the ability to read and the doctor responsible for supervising our birth should be holding a sign with a slightly different inscription. Something more like "All hope abandon ye who exits there". Like that we could get a head start to go back to whence we came. But since there are such things as gods and the World is a just place...

Enough of depressing stuff, let us mock something. Since none of you b4st4rds use our mailbox I had the come up with something of my own. Just keep in mind that whatever comes next is of your entire responsibility... To live and to learn, eh?

Have you people ever wondered why Christmas (or Hanukkah for some) never comes early? With the help of my associates I've found out why:


I forgot to put a Parents Advisory before the movie, didn't I? If only I could edit posts... We'll just have to live with it, then. The problem with the movie, if I'm allowed to say, is that Timberlake actually does a good job... I know! It's like the fuck!ng Twilight Zone! Which leaves us to wonder: WTF, m8?

Oh, and now, for your moment of Zen (Jon Stewart is going to have my 4ss for this), I leave you with this pearl (for those that don't realize, I'm calling you pigs; if you didn't get why, you should seriously consider getting out of the house):

It is not a bad idea to get in the habit of writing down one's thoughts. It saves one having to bother anyone else with them (Isabel Colegate)

Leite

Monday, October 08, 2007

Os factos da vida

Comecemos pelo facto menos conhecido que, aliás, era muito provavelmente desconhecido até então (tirando alguns pobres infelizes que, como eu, descobriram da pior maneira): o Leite sangra. E "Leite" está com "l" maiúsculo porque me inclui também.

Conhecem a expressão "beber até cair"? Pois... Vão por mim e confiem que realmente é possível. Se quiserem comprovar a veracidade da última afirmação fiquem sabendo que não pago nada a quem quer que seja. Muito menos se se tratar da bebida destinada à comprovação do facto. Sim, porque é um facto. E o chato no meio disto tudo é que quem presenciou o crash test não achou metade da graça que eu achei no momento e dias seguintes...

É também facto que é chato. Não pela ferida, não pela dor (que nunca existiu no dia, nem nos tempos seguintes), mas pura e simplesmente porque toda a gente queria saber o propósito dos pensos. Ora como supostamente todos sabemos, um penso destina-se a estancar uma hemorragia, proteger uma ferida que está a sarar ou simplesmente, depois de usado, fazer chá.

Por muito querido e agradável que seja ter pessoas a perguntar se está tudo bem, é facto que se torna chato se o tópico em questão for sempre o mesmo. Pensei (tarde, mas pensei)que deveria ter uma etiqueta na frente e verso da caixa toráxica a explicar o sucedido. Pensando melhor, não deveria ser uma etiqueta, mas sim um letreiro. É que a história (estória, se preferirem o português novo)não se fica por duas linhas.

Muito provavelmente, dependendo isto de opiniões pessoais, o enunciado acima não é completamente vero. Passo a explicar: não foi literalmente "beber até cair" o responsável pela descoberta. Foi mais a tentativa de ir buscar mais bebida que despoletou o acidente. Tem tudo muita graça quando são os bonecos dentro de um carro a serem esmagados dentro deste aquando a sua colisão com um objecto imóvel (paredes, muros; por vezes até outras viaturas ou pessoas, mas nestes casos ja não se podem classificar como imóveis a não ser que a pessoa em causa seja um espargo), mas quando não se trata de um boneco também tem graça... A não ser que sejamos nós. Também deixa de ter graça se se tratar de alguém próximo. Pelo menos até sabermos que está tudo bem, altura na qual volta (ou começa)a ter graça.

Eu prometi a mim mesmo que não voltava a falar disto. Até reclamei com quem o fazia. Mas todos sabemos o que vale a minha palavra (nada, para aqueles que se perderam no texto; aconselho também a voltar a ler de início)... Maddie. E bam! Voltamos a aparecer no Google para os infelizes que fizeram pesquisa na palavra em busca de boas novas. Facto é que estou farto de, em períodos (ainda não descobri se são fixos ou aleatórios), ver notícias da criança e pais a fazer o status da situação e a dar-me o número de dias desde que a criança desapareceu/morreu. Se eu quisesse saber não era difícil. Apenas tinha que pesquisar o nome , via a data de desaparecimento/morte e fazia a m3rd4 das contas! Ora eu sei que há gente perguiçosa. Não os censuro, até porque são meus iguais. Mas prefiro fazer a minha pesquisa a ter que carregar no botão do telecomando para mudar de canal. É que assim arrisco a mudar para a SIC e deparar-me com um vislubre das "Chiquititas". Para informação geral, já tenho castigos acumulados (sim, poque acumula)para 30 anos por f0d3r televisões lá em casa cada vez que sou forçado a ver produções nacionais.

Vamos ser honestos. A única coisa boa nacional são as meninas/senhoras/mulheres. E mesmo assim falha... E não digo "boa" no sentido obsceno relacionado com "helicóptero", mas num sentido mais amplo. Tive a sorte de conhecer umas quantas no início deste ano lectivo que são desafiantes dentro de vários círculos, entre os quais o intelectual.

Para aqueles que leram isto e pensaram "epá! Ganda toininho" f0d4m-s3, está bem? É que se pensam assim estão com sorte. Eu vou abrir o meu bordel. O projecto é conhecido entre os eruditos como "A casa do Leite", e é aí que vocês podem ter membros do sexo feminino (pelo preço certo em euros)sem terem que se preocupar com o seu conteúdo extra-corporal. Não quer dizer que não o tenham, mas se quiserem (por acaso), ter acesso a a ele têm que pagar mais.

O facto é, que eu voltei a gostar da vida. E isto que vocês se forçaram a ler contribui para isso.


Leite

Friday, August 03, 2007

Live From Verdizela 2007

Apresento-vos o grupo "OrigiNÃO!"
Como uma imagem vale mais que mil palavras...

Então duas ...

E pa completar ...
Descrição ... 9 Crianças inocentes a cuidado de um Pato Psiquico. Ou Psicopato.


Ora cá estamos,


3 horitas de sono e 9 putos a meu cuidado. Sim, já perdi uns 3 ou 4, nada de preocupante.
Sempre na loucura, sempre a aproveitar o máximo, estes dias têm sido do melhor. E ainda faltam uns quantos =D

Pra quem está a meditar sobre isto, fiquem sabendo que yours truly é monitor de um grupo com 9 mininos pikininos com 10 e 11 anos, na colónia da PT, na Verdizela.

Isto quer dizer que, aqui na zona e nos próximos 12 dias, vão ouvir-se gritos e explosões indiscriminadamente. A culpa é do OrigiNÃO, não minha...


Ora, o cansaço deve-se especialmente ao acampamento - dois grupos de miudos pequenos a montarem tendas - olhem lá as implicações... - dá confusão. Especialmente as meninas.


Bem, tendo em conta que tenho trabalho pa fazer, deixo-me de brincar aos internautas e vou brincar à apanhada, que é coisa de homem com M de monitor.

Pegadas por aqui é todos os dias aos montes ...


Alturas

Wednesday, July 11, 2007

Zeeky Boogy Doog.

Ora, "venha a mim o poder da palha!", diz várias vezes um grande amigo meu.

Um blog. Entenda-se que a palha que por aki cai deveria ter cavalos para poder ser algo ... útil.
Antes de se dedicarem ao hipismo, lembrem-se que não são os cavalos que lêem posts.

São as baratas.
Sobre estas ultimas, acho que já se dedicavam àquele que é o desporto de elição nos paises desenvolvidos - ou poluidos se assim quiserem.
Um desporto que tem, gradualmente, mais concorrência e variedade, quer em participantes como em variantes do desporto. Não falo do surf, nem do kart...
Falo, obviamente, daquela pérola de desporto mundial:

A Extinção.

Acho que as baratas dominavam aquilo tudo.

Consta que as minis agora têm desenhos diferentes. No entanto, continuam a ser mines. Ora, mines com desenhos ou sem desenhos serão sempre mines. O que é que se faz a uma mine ?

Bebe-se. E depois puxa-se doutra. Ora, se tiverem desenhos diferentes, começa a haver problemas com o pessoal que tá a guardar a mine pa depois. Discussões sobre de quem é a mine cinzenta, ou se a minnie bebe mines, ou se a mine mais bónita é a verde ou ...
Enfim, a conclusão a que chego é que a Sagres está a tentar despoletar (wow.) a terceira guerra nacional. Depois do futebol e da javardice, a Mine-War.

Já os consigo ouvir ao longe, "That mine is mine !"
Belos tempos serão.

Vá, o Sol voltou a dominar os dias e as noites de Verão.
O que, aliás, já se esperava há muito. Acho que é por isso que não há energia solar barata, o Sol baza-se todas as noites e não nos diz onde vai.

Acho que ninguém quer energia solar com a moca.

Como algo em que pensar, fiquem com esta imagem na vossa mente:

"A poliploidização incoerente dos vergões mascarados de verde diplossomático é responsável pelo desaparecimento dos borbotos em meias de renda."

Com sorte, não vos dá um AVC.
Quem, no entanto, tiver um AVC - deixe um comentário. Adoraríamos partilhar essa experiência consigo.

Pegadas - "Ai o caraças eu não tou com cabeça pa estas cenas !"
OK...

Pegadas limpinhas.
Só pa ti. (E pa quem mais vier ler xD)

Alturas

Friday, July 06, 2007

Houvesse mais Zés...

Seriamos todos politeístas.

Poderíamos ser todos protozoários, mas o Zé ia ficar incomodado com toda a bicharada.

Ora, feitas as introduções, venho aqui por este modo informar que ainda ninguém foi limpar pegadas e que ainda tamos vivos. Bem, ainda respiramos. Vida de estudante é algo que deveria ser considerado p'los médicos a ter suporte de vida.

Entretanto, passou o início do Verão (agora ia dizer férias e mandava-me pla janela de seguida) e o que nos trouxe essa bela época do ano ? Bikinis dizeis vós ? Cerveja dizeis vós ?

Não. Exames.

Ora, quem se lembra dos tempos distantes em que ainda podíamos ficar a anhar o ano inteiro pa depois ver as férias "grandes", é agora confrontado com a ideia oposta. Ou seja, se achas que tás bem fod1do agora, espera pelo Verão. Aí sim, as vacas tossem. Constipações e tal...

Ora, esqueceu-se o Zé de avisar desta merda. Vá, deu-nos bikinis. Quando soubermos que já nã vale a pena marrar mais senão pó ano, temos disso. Ou melhor, têm elas. Se fosse por nós não tinham.

Ora adiante.
Já foram à missa hoje ? Não ?
Azar. O Zé também não deve ter mandado sms pa toda a gente. Seja como for, quando passarem por lá, mandem um abraço ao Ozório e agradeçam o café.

No meio da evolução toda, o Zé lembrar-se que era preciso alguma coisa pa poder ficar até às tantas acordado sem parecer um zombie é divinal. Que, obviamente, só o Zé é que trata dessas coisas. Vá, podemos contar com o Pedro. É tar na praia pó gajo se lembrar que devia chover uma beca.

Bem, bons exames pa vocês que eu já enjoei.

Pegadas andem aí...
São três, andem aos pares, e uma delas morreu.


Alturas

Sunday, May 27, 2007

And now for something completely different

If you came here hoping to find a post in Portuguese, tough luck. It's time you people start to learn more languages and expand your horizons. If you're still reading, congratulations. It means you have nothing better to do than read what a grade A maniac has to offer. If by chance you feel this is not your place, then, by all means, piss off.

Back in the good old days, when people were persecuted by the church and abortion was semi-illegal, there was a fact that today would scare the sh1t out of me (actually, no). People were shorter. There, I said it. "Snow White and the seven dwarves" had a different title back then. It was known as "Big Foot and the seven miners" or "7-up". But it wasn't as catchy as it is now, so they kept the latter.

Most of you are going "WTF, mate?". I understand. Actually I don't. It's called lying, I don't know if you're familiar with it. They say acceptance is the first step to cure. I'll give a try. I have cancer. Nope. Nothing. Still withering here. Thank you shrinks all over the world for making my traumatic death harder.

In other news Maddie hasn't appeared yet. I know it's bad to speak of such thing in a web page like this (actually it's a blog). But i'm not here to make fun of the parents or the kid. I'm not even here to talk about the fact that they left a four-year-old alone in a hotel. I'm here to simply say: "Hey, fuck3rs! Praying to a shrine ain't gonna get your kid back. While you're at it ask Santa where my pony is. He must've forgot about it this X-mas. You'd have better luck throwing a penny at a fountain.". Erm. Alright, moving along.

Greg House, the artist formerly known as Hugh Laurie, has been granted knighthood. So basically, I pick up a cane and a machete and get armed knight. Is that it? No? What did I miss. A beard!?!? You gotta be kidding me. Oh, I'm gonna die alone and without an armor. Straight to Hell too.

Leite